Depoimentos

Entre as tantas transformações que estamos acompanhando na sociedade e no mercado, está a busca por relações de trabalho mais humanizadas e por um ambiente laboral mais saudável.

Conversamos com Camila Seabra, filha da PUC e HR Business Partner da Accenture sobre carreiras em gestão de pessoas, mudança de área, construção do conhecimento e como a educação humanística é alicerce para um RH realmente humanizado e estratégico.

Conheça a jornada de Camila Seabra

Camila iniciou sua jornada no mercado na área de comunicação, em 2005 e, em 2021, decidiu pela transição de carreira, migrando para a gestão de pessoas.

Se antes o relacionamento se dava principalmente pelas telas, ao entrar no mundo do RH, a interação passou a ser mais próxima, em tempo real e repleta de novos desafios.

Ela considera que a PUC Minas foi a base segura para essa transição e para trilhar uma nova jornada de sucesso. Sobretudo, no que diz respeito à educação humanística. Então, inspire-se com este depoimento.

1. O que você aprendeu sobre pessoas e liderança desde que saiu da universidade?

Aprendi que liderar é muito mais sobre pessoas do que sobre processos. Na prática, entendi que resultados consistentes nascem de relações de confiança, de conversas honestas e de um ambiente em que as pessoas se sentem respeitadas.

A técnica é importante, mas é o cuidado, a empatia e a forma como o líder se posiciona no dia a dia que realmente fazem a diferença.

2. Como equilibrar resultados e bem-estar em equipes de alta performance?

Para mim, tudo começa pela escuta. Todos nós temos metas e “entregas” para cumprir, mas nada desmotiva mais um colaborador do que não se sentir pertencente ou perceber que suas ideias não são valorizadas.

Quando as pessoas se sentem ouvidas, respeitadas e seguras, o engajamento se dá de forma natural. Resultado e bem-estar não são opostos, já que caminham juntos quando existe um ambiente saudável.

3. Quais competências você acredita essenciais para os futuros líderes de RH?

Escuta ativa, empatia e comunicação clara continuarão sendo fundamentais. Vejo também como essenciais a inteligência emocional, a visão estratégica, a capacidade de adaptação às mudanças e o uso de dados para apoiar decisões. O RH precisa, cada vez mais, unir o olhar humano ao olhar de negócio.

4. Em que momento você percebeu que gostaria de seguir pela área de gestão de pessoas?

Percebi quando comecei a ver, na prática, o impacto que decisões relacionadas a pessoas tinham no clima, no desenvolvimento e até na vida pessoal de cada um. Momentos de feedback, apoio em situações difíceis e acompanhamento de crescimento profissional me mostraram que eu queria estar nesse lugar de cuidado e desenvolvimento.

5. Como a vivência acadêmica na PUC Minas te ajudou a lidar com diversidade e cultura organizacional em empresas globais?

A vivência acadêmica ampliou muito meu olhar para as diferenças e para o respeito ao outro. Aprendi que cada pessoa carrega uma história, um contexto e uma cultura. Isso me ajuda hoje a atuar em ambientes diversos com mais sensibilidade, empatia e flexibilidade, entendendo que a pluralidade é uma das maiores forças das organizações.

Aprendendo com quem veio antes

Ficar por dentro das histórias de profissionais que já trilharam o caminho que você está iniciando é mais que uma fonte de inspiração. É também material para compreender o mercado e planejar sua carreira. Então, confira por que Camila escolheu a PUC Minas.

A PUC Minas prepara você para trilhar uma carreira sólida e realizadora, inclusive se você resolver recalcular sua rota e optar por um novo formato de atuação.

Se você quer conhecer mais histórias inspiradoras como a de Camila Seabra, confira na aba Depoimentos, no Conexão PUC Minas. E, para ficar por dentro do que o mercado espera dos gestores do futuro, baixe o infográfico Vida de Gestor.

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