As Ciências Contábeis, embora tenham um pé na tradição, têm outro na inovação. Ao mesmo tempo que a essência da área ampara a atuação do profissional, as transformações tecnológicas vêm exigindo novos papéis do contador.
Nesse cenário, como construir uma carreira consistente e inovadora, alcançando postos de liderança? Quem nos conta é Anderson Oliveira, filho da PUC e atual diretor executivo do Banco Mercantil.
Se você está de olho no curso de Ciências Contábeis ou em outra graduação na área de Ciências Gerenciais, confira agora mesmo esse bate-papo.
Do estágio à direção executiva: veja os passos de Anderson
A história de Anderson começa de forma semelhante à de grande parte dos estudantes: o sonho de uma carreira de sucesso, o orçamento apertado e a rotina intensa dividida entre o trabalho e os estudos — mas, acima de tudo, a vontade de fazer dar certo.
Uma trajetória admirável, de quem venceu desafios, conquistou seu espaço e vem construindo uma carreira brilhante.
Tudo começou com a decisão de trabalhar no setor bancário e com a acertada escolha pela PUC Minas, abraçando as oportunidades que encontrou na Universidade.
Bacana, não é? Então, confira o depoimento de Anderson e a conversa que tivemos.
1. O que mais te inspira na jornada de liderança dentro do setor financeiro?
O que mais me inspira é a possibilidade de gerar impacto real na vida das pessoas, como colaboradores, clientes e a sociedade em geral, por meio de decisões responsáveis e sustentáveis.
O setor financeiro tem um papel central no desenvolvimento econômico e liderar nesse contexto significa equilibrar performance, confiança e propósito. Ao longo da minha trajetória, aprendi que resultados consistentes são consequência direta de equipes engajadas, bem orientadas e lideradas pelo exemplo.
2. Quais aprendizados da sua formação você ainda aplica nas tomadas de decisão diárias?
A base sólida em Ciências Contábeis, adquirida na PUC Minas, foi fundamental para desenvolver pensamento analítico, visão sistêmica e rigor técnico. Aplico essas competências diariamente, junto com outros estudos que pude fazer posteriormente e que ampliaram minha capacidade de leitura de mercado, posicionamento estratégico e foco no cliente.
A combinação entre técnica, estratégia e visão de negócio segue sendo um diferencial importante nas decisões que tomo.
3. Como você equilibra resultados e relações humanas no ambiente corporativo?
Acredito que resultados sustentáveis só são alcançados quando as relações humanas são respeitadas e valorizadas. Busco construir ambientes de confiança, diálogo aberto e responsabilidade compartilhada.
Metas claras, acompanhamento próximo e feedbacks constantes caminham junto com escuta ativa, desenvolvimento das pessoas e reconhecimento. Liderar, para mim, é servir e criar condições para que o time tenha sua melhor performance.
4. O que você considera essencial para quem deseja ocupar cargos de liderança hoje?
Além de competência técnica, considero essenciais a inteligência emocional, a capacidade de adaptação e o senso ético. O líder atual precisa inspirar, comunicar bem, tomar decisões com responsabilidade e lidar com a complexidade de cenários em constante transformação. Humildade para aprender, coragem para decidir e coerência entre discurso e prática são atributos indispensáveis.
5. De que forma a ética e a empatia — valores muito presentes na PUC Minas — influenciam seu estilo de gestão?
A ética é um pilar inegociável na minha atuação. Ela orienta decisões, relações e a forma como os resultados são alcançados. A empatia, por sua vez, permite compreender contextos, respeitar diferenças e liderar com humanidade. Esses valores, muito presentes na formação da PUC Minas, moldaram meu estilo de gestão e reforçam a convicção de que é possível — e necessário — obter resultados sem abrir mão de princípios.
6. Como você enxerga o futuro da sua área e o papel da formação contínua para se manter relevante?
O setor financeiro passa por profundas transformações impulsionadas por tecnologia, novos modelos de negócio e mudanças regulatórias. Nesse contexto, a formação contínua deixa de ser opcional e passa a ser estratégica.
Atualização constante, aprendizado ao longo da vida e abertura para novas competências, técnicas e comportamentais, são fundamentais para manter relevância e liderança.
7. Quais dicas você daria a quem está iniciando a carreira no campo da contabilidade e mira um cargo de alta gestão?
Minha principal dica é: construa uma base técnica sólida, mas não se limite a ela. Busque compreender o negócio como um todo, desenvolva habilidades de comunicação, liderança e visão estratégica.
Tenha paciência com o tempo, ética nas escolhas e compromisso com a excelência. A carreira é construída passo a passo, com consistência, aprendizado contínuo e, sobretudo, com propósito.
PUC Minas como ponte para o mercado de trabalho
Faz parte da história da PUC Minas a ótima relação com o mercado e os altos índices de empregabilidade. Não é por acaso que a Universidade recebeu o Selo de Instituição Comprometida com a Empregabilidade,da ABMES e Symplicity.
Anderson Oliveira destacou a relevância e o papel da Instituição em sua entrada no mercado de trabalho e no seu desempenho desde o estágio até a direção executiva. Comprovando na prática que quem faz PUC Minas sai na frente. E você, que tal vir escrever sua história com a Universidade? Entenda mais sobre o que faz um profissional de Ciências Contábeis e seja também um filho da PUC.




